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Interessado em investir em Bitcoins? Cuidado!

Saiba o que são as Bitcoins e sua cotação

Caderneta de poupança, renda fixa, ações, câmbio, tesouro direto são exemplos tradicionais de investimentos para quem busca fazer o dinheiro que já possui render ainda mais grana.

 

No entanto, uma nova modalidade de moeda surge como alternativa. Não me refiro às "Cartoletas" de quem joga o Cartola ou as "Estalecas" que todos conhecem do Big Brother. Se trata da Bitcoin. No momento em que esse texto foi escrito, a moeda virtual mais popular do mundo era cotada a R$11056,01.

 

Não, nós não erramos a digitação e você não entendeu errado. É isso mesmo. Mais valorizada que o dólar, euro, libra esterlina e praticamente a soma de todas as moedas do mundo. Uma única Bitcoin custa quase um ano do salário mínimo do brasileiro.

 

Por se tratar de uma moeda, ela é comercializada no mesmo sistema de câmbio que os dinheiros "offline". A cotação dela oscila bastante e é determinada pela oferta e procura. Por essa volatilidade bem maior que as tradicionais ações de renda variável ela se torna um investimento de risco.

 

A compra ocorre em casas de câmbio de Bitcoins e exchanges, as mais famosas no Brasil são Mercado Bitcoin, Foxbit e BitcoinToYou.

 

Outro risco é que muitas outras moedas digitais surgem como concorrentes da Bitcoin, como Litecoin, Dash e Ethereum, e isso pode provocar uma “bolha”, como a do setor imobiliário visto nos Estados Unidos há poucos anos e que levou o país a uma crise econômica.

 

O que é a Bitcoin

 

A Bitcoin é uma criptomoeda que surgiu em 2008 e indicada para pagamentos on-line. Ela não é emitida por governos de nenhum país, nem regulada por instituições financeiras e tem sua produção limitada.

 

A moeda virtual é transferida por computadores e smartphones e não depende de instituição financeira para intermediar a ação. O sistema de pagamento é baseado em um protocolo de código aberto. Por ser de difícil rastreabilidade, é a principal forma de pagamento exigida por quem comete crimes virtuais.

 

O Japão já tem regularizada a Bitcoin como forma de pagamento. A Rússia já anunciou que pretende adotar essa medida a partir de 2018. No Brasil, alguns hotéis, restaurantes e lojas já aceitam a moeda virtual, mas isso se limita aos grandes centros urbanos.

 
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Caderneta de poupança, renda fixa, ações, câmbio, tesouro direto são exemplos tradicionais de investimentos para quem busca fazer o dinheiro que já possui render ainda mais grana.

 

No entanto, uma nova modalidade de moeda surge como alternativa. Não me refiro às "Cartoletas" de quem joga o Cartola ou as "Estalecas" que todos conhecem do Big Brother. Se trata da Bitcoin. No momento em que esse texto foi escrito, a moeda virtual mais popular do mundo era cotada a R$11056,01.

 

Não, nós não erramos a digitação e você não entendeu errado. É isso mesmo. Mais valorizada que o dólar, euro, libra esterlina e praticamente a soma de todas as moedas do mundo. Uma única Bitcoin custa quase um ano do salário mínimo do brasileiro.

 

Por se tratar de uma moeda, ela é comercializada no mesmo sistema de câmbio que os dinheiros "offline". A cotação dela oscila bastante e é determinada pela oferta e procura. Por essa volatilidade bem maior que as tradicionais ações de renda variável ela se torna um investimento de risco.

 

A compra ocorre em casas de câmbio de Bitcoins e exchanges, as mais famosas no Brasil são Mercado Bitcoin, Foxbit e BitcoinToYou.

 

Outro risco é que muitas outras moedas digitais surgem como concorrentes da Bitcoin, como Litecoin, Dash e Ethereum, e isso pode provocar uma “bolha”, como a do setor imobiliário visto nos Estados Unidos há poucos anos e que levou o país a uma crise econômica.

 

O que é a Bitcoin

 

A Bitcoin é uma criptomoeda que surgiu em 2008 e indicada para pagamentos on-line. Ela não é emitida por governos de nenhum país, nem regulada por instituições financeiras e tem sua produção limitada.

 

A moeda virtual é transferida por computadores e smartphones e não depende de instituição financeira para intermediar a ação. O sistema de pagamento é baseado em um protocolo de código aberto. Por ser de difícil rastreabilidade, é a principal forma de pagamento exigida por quem comete crimes virtuais.

 

O Japão já tem regularizada a Bitcoin como forma de pagamento. A Rússia já anunciou que pretende adotar essa medida a partir de 2018. No Brasil, alguns hotéis, restaurantes e lojas já aceitam a moeda virtual, mas isso se limita aos grandes centros urbanos.

 

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