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Saiba as 10 profissões que estão ameaçadas pela evolução tecnológica

Com o avanço tecnológico dos últimos anos algumas profissões estão fadadas à extinção.

Este não é um assunto novo, vira e mexe a tecnologia se inventa e reinventa e coloca máquinas no lugar dos trabalhadores humanos nos mais diversos postos de trabalho. No ano passado foi anunciado uma lista com algumas funções que seriam exercidas somente pelas máquinas nos próximos 20 anos. Mas como duas décadas é muito tempo, vamos analisar como a tecnologia já está se tornando uma sombra nada agradável para os trabalhadores.

 

Entregadores

Um dos casos mais emblemáticos que retrata isso está relacionado aos profissionais que trabalham buscando ou entregando encomendas.
A Amazon começou a testar os drones em julho e espera que os dispositivos obtenham resultados satisfatórios. Além de mais rápidos, eles não exigem férias, trabalham aos domingos e não ficam parados no trânsito. E não pense que é só no exterior, aqui no Brasil, mais precisamente no interior paulista, a rede de padarias Pão to Go já usa o método desde 2014.

Taxistas

O que aconteceria se o transporte do futuro não exigisse a presença de motoristas? Parece algo muito distante de acontecer, certo? Errado. O primeiro táxi autônomo, chamado de nuTonomy, já até circula pelas ruas de Singapura em fase de testes e deve chegar ao mercado já em 2018.

Atendentes

E que tal comentarmos sobre a invasão dos bots no mercado de trabalho? 
No ano passado uma rede de pizzarias apresentou uma tecnologia em que o cliente tem apenas que apertar um botão para fazer o pedido da sua pizza favorita da rede. Inovar, aliás, é um hábito da empresa que já havia até mesmo lançado um game, lá em 2011, em que os jogadores montavam suas próprias pizzas virtualmente e podiam encomendá-las (na versão real) pelo próprio aplicativo para iPad.
Aqui no Brasil, o desenvolvedor Alfred Reinold, de Curitiba, criou um bot que permite solicitar qualquer produto pelo WhatsApp sem precisar passar alguns minutos com uma pessoa ao telefone. Além de solicitar pizzas, o CommerceChat, como é chamado, pode ainda agendar consultas em médicos e em outros profissionais.

Cozinheiros

Não são novas as notícias de restaurantes que trabalham com robôs para criarem os pratos. Há desde um robô chinês que sabe cozinhar até uma hamburgueria automatizada nos Estados Unidos.

Funcionários de bancos

O trabalho bancário muitas vezes é recheado de decisões baseadas em matemática. Os robôs são candidatos para substituirem os gerentes de bancos em breve, uma vez que eles poderão decidir se o cliente é apto para receber um empréstimo, ter um novo cartão de crédito ou abrir uma conta especial naquela instituição financeira.
Para isso, os computadores seriam equipados com algoritmos que analisariam o cliente de acordo com os dados econômicos e histórico de finanças dele. Apesar de ousada, essa ideia não é exatamente nova. Basta considerar que há alguns anos não existiam os caixas eletrônicos que hoje realizam dezenas de operações antes feitas somente pelos atendentes. O mesmo processo aconteceu também com o internet banking.

Contadores 

Com o algoritmo certo e o preenchimento correto dos campos indicados pelo próprio usuário, os bots podem substituir a força humana sem maiores problemas.
Segundo o Business Insider, a chance de essa profissão ser robotizada é de 99% nos próximos 20 anos. Uma boa alternativa para escapar dessa concorrência desleal é focar o trabalho em áreas que necessitam do julgamento e senso humano.

Militares e pilotos

Não é nenhuma novidade que a cada ano que passa as forças militares dos países estão mais modernas. Pilotos de aviões de bombardeios estão sendo substituídos por drones e bombas já se mostraram mais efetivas para os propósitos de destruição em massa do que balas.
Essa perspectiva é assustadora, mas infelizmente é mais atual do que pensamos. Recentemente, por exemplo, a Coreia do Norte realizou testes nucleares e divulgou que é capaz de enviar uma bomba atômica em míssil de longa distância. Ou seja, o ataque devastador não precisaria nem mesmo de um piloto para ser feito, como aconteceu em Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em 1945.

Árbitros
 
Cada vez mais modalidades contam com o auxílio de ferramentas tecnológicas que deixam as disputas mais justas.
Vôlei, tênis, futebol americano, atletismo, natação. Não faltam esportes em que as máquinas conseguem substituir o olho humano para ver quem chegou primeiro e onde uma bola pingou na quadra. O futebol tradicional, contudo, ainda resiste às mudanças tecnológicas, apesar de ter se rendido recentemente aos sensores que avisam se a bola cruzou a linha do gol.

Funcionários de linhas de produção

Cada vez mais indústrias têm investido em máquinas que realizam o trabalho de montagem ou verificação exercido por funcionários de linhas de produção de grandes empresas, principalmente do setor de eletrônicos.
A automação industrial também não é lá uma inovação e já acontece há muitos anos.

Operadores telemarketing

Além da função já ter sido robotizada com atendimento eletrônico que permite até mesmo cancelar a assinatura de um serviço de internet, por exemplo. Os bots chegaram mais recentemente com a promessa de facilitar o atendimento possibilitando que o usuário não precise nem ao menos discar algum número.

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Saiba as 10 profissões que estão ameaçadas pela evolução tecnológica

Com o avanço tecnológico dos últimos anos algumas profissões estão fadadas à extinção.

Este não é um assunto novo, vira e mexe a tecnologia se inventa e reinventa e coloca máquinas no lugar dos trabalhadores humanos nos mais diversos postos de trabalho. No ano passado foi anunciado uma lista com algumas funções que seriam exercidas somente pelas máquinas nos próximos 20 anos. Mas como duas décadas é muito tempo, vamos analisar como a tecnologia já está se tornando uma sombra nada agradável para os trabalhadores.

 

Entregadores

Um dos casos mais emblemáticos que retrata isso está relacionado aos profissionais que trabalham buscando ou entregando encomendas.
A Amazon começou a testar os drones em julho e espera que os dispositivos obtenham resultados satisfatórios. Além de mais rápidos, eles não exigem férias, trabalham aos domingos e não ficam parados no trânsito. E não pense que é só no exterior, aqui no Brasil, mais precisamente no interior paulista, a rede de padarias Pão to Go já usa o método desde 2014.

Taxistas

O que aconteceria se o transporte do futuro não exigisse a presença de motoristas? Parece algo muito distante de acontecer, certo? Errado. O primeiro táxi autônomo, chamado de nuTonomy, já até circula pelas ruas de Singapura em fase de testes e deve chegar ao mercado já em 2018.

Atendentes

E que tal comentarmos sobre a invasão dos bots no mercado de trabalho? 
No ano passado uma rede de pizzarias apresentou uma tecnologia em que o cliente tem apenas que apertar um botão para fazer o pedido da sua pizza favorita da rede. Inovar, aliás, é um hábito da empresa que já havia até mesmo lançado um game, lá em 2011, em que os jogadores montavam suas próprias pizzas virtualmente e podiam encomendá-las (na versão real) pelo próprio aplicativo para iPad.
Aqui no Brasil, o desenvolvedor Alfred Reinold, de Curitiba, criou um bot que permite solicitar qualquer produto pelo WhatsApp sem precisar passar alguns minutos com uma pessoa ao telefone. Além de solicitar pizzas, o CommerceChat, como é chamado, pode ainda agendar consultas em médicos e em outros profissionais.

Cozinheiros

Não são novas as notícias de restaurantes que trabalham com robôs para criarem os pratos. Há desde um robô chinês que sabe cozinhar até uma hamburgueria automatizada nos Estados Unidos.

Funcionários de bancos

O trabalho bancário muitas vezes é recheado de decisões baseadas em matemática. Os robôs são candidatos para substituirem os gerentes de bancos em breve, uma vez que eles poderão decidir se o cliente é apto para receber um empréstimo, ter um novo cartão de crédito ou abrir uma conta especial naquela instituição financeira.
Para isso, os computadores seriam equipados com algoritmos que analisariam o cliente de acordo com os dados econômicos e histórico de finanças dele. Apesar de ousada, essa ideia não é exatamente nova. Basta considerar que há alguns anos não existiam os caixas eletrônicos que hoje realizam dezenas de operações antes feitas somente pelos atendentes. O mesmo processo aconteceu também com o internet banking.

Contadores 

Com o algoritmo certo e o preenchimento correto dos campos indicados pelo próprio usuário, os bots podem substituir a força humana sem maiores problemas.
Segundo o Business Insider, a chance de essa profissão ser robotizada é de 99% nos próximos 20 anos. Uma boa alternativa para escapar dessa concorrência desleal é focar o trabalho em áreas que necessitam do julgamento e senso humano.

Militares e pilotos

Não é nenhuma novidade que a cada ano que passa as forças militares dos países estão mais modernas. Pilotos de aviões de bombardeios estão sendo substituídos por drones e bombas já se mostraram mais efetivas para os propósitos de destruição em massa do que balas.
Essa perspectiva é assustadora, mas infelizmente é mais atual do que pensamos. Recentemente, por exemplo, a Coreia do Norte realizou testes nucleares e divulgou que é capaz de enviar uma bomba atômica em míssil de longa distância. Ou seja, o ataque devastador não precisaria nem mesmo de um piloto para ser feito, como aconteceu em Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em 1945.

Árbitros
 
Cada vez mais modalidades contam com o auxílio de ferramentas tecnológicas que deixam as disputas mais justas.
Vôlei, tênis, futebol americano, atletismo, natação. Não faltam esportes em que as máquinas conseguem substituir o olho humano para ver quem chegou primeiro e onde uma bola pingou na quadra. O futebol tradicional, contudo, ainda resiste às mudanças tecnológicas, apesar de ter se rendido recentemente aos sensores que avisam se a bola cruzou a linha do gol.

Funcionários de linhas de produção

Cada vez mais indústrias têm investido em máquinas que realizam o trabalho de montagem ou verificação exercido por funcionários de linhas de produção de grandes empresas, principalmente do setor de eletrônicos.
A automação industrial também não é lá uma inovação e já acontece há muitos anos.

Operadores telemarketing

Além da função já ter sido robotizada com atendimento eletrônico que permite até mesmo cancelar a assinatura de um serviço de internet, por exemplo. Os bots chegaram mais recentemente com a promessa de facilitar o atendimento possibilitando que o usuário não precise nem ao menos discar algum número.

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